quinta-feira, 13 de maio de 2010

Sintaxe - Termos da Oração

8º Ano

As listas a seguir abordam de maneira mais detalhada alguns dos assuntos trabalhados em Língua Portuguesa nessa II unidade, no 8º ano (7ª série). Dentre eles estão ADJUNTO ADNOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL e APOSTO E VOCATIVO. O objetivo de colocá-las no blog é para que os alunos tenham um subsídio a mais para estudar e, assim, complementar tudo o que foi abordado em sala de aula. À medida que os assuntos forem trabalhados, postarei o que achar pertinente.

Então, pessoal, bom estudo!
Adjunto Adnominal
É o termo que determina, especifica ou explica um substantivo. O adjunto adnominal possui função adjetiva na oração, a qual pode ser desempenhada por adjetivos, locuções adjetivas, artigos, pronomes adjetivos e numerais adjetivos. Veja o exemplo a seguir:
Ex.: O poeta inovador enviou dois longos trabalhos ao seu amigo de infância.
Sujeito- O poeta inovador
Núcleo do Predicado Verbal - enviou
Objeto Direto - dois longos trabalhos
Objeto Indireto - ao seu amigo de infância.

Na oração acima, os substantivos poeta, trabalhos e amigo são núcleos, respectivamente, do sujeito determinado simples, do objeto direto e do objeto indireto. Ao redor de cada um desses substantivos agrupam-se os adjuntos adnominais:
o artigo" o" e o adjetivo inovador referem-se a poeta;
o numeral dois e o adjetivo longos referem-se ao substantivo trabalhos;
o artigo" o" (em ao), o pronome adjetivo seu e a locução adjetiva de infância são adjuntos adnominais de amigo.
Observe como os adjuntos adnominais se prendem diretamente ao substantivo a que se referem, sem qualquer participação do verbo. Isso é facilmente notável quando substituímos um substantivo por um pronome: todos os adjuntos adnominais que estão ao redor do substantivo têm de acompanhá-lo nessa substituição.
Por Exemplo:
O notável poeta português deixou uma obra originalíssima.
Ao substituirmos poeta pelo pronome ele, obteremos:
Ele deixou uma obra originalíssima.
As palavras "o", notável e português tiveram de acompanhar o substantivo poeta, por se tratar de adjuntos adnominais. O mesmo aconteceria se substituíssemos o substantivo obra pelo pronome a. Veja:
O notável poeta português deixou-a.
Saiba que:
A percepção de que o adjunto adnominal é sempre parte de um outro termo sintático que tem como núcleo um substantivo é importante para diferenciá-lo do predicativo do objeto. O predicativo do objeto é um termo que se liga ao objeto por intermédio de um verbo. Portanto, se substituirmos o núcleo do objeto por um pronome, o predicativo permanecerá na oração, pois é um termo que se refere ao objeto, mas não faz parte dele. Observe:
Sua atitude deixou os amigos perplexos.
Nessa oração, perplexos é predicativo do objeto direto (seus amigos). Se substituíssemos esse objeto direto por um pronome pessoal, obteríamos:
Sua atitude deixou-os perplexos.
Note que perplexos se refere ao objeto, mas não faz parte dele.

COMPLEMENTO NOMINAL - É o termo que completa o sentido de uma palavra que não seja verbo. Assim, pode referir-se a substantivos, adjetivos ou advérbios, sempre através de preposição.
Exemplos:
Cecília tem orgulho da filha. substantivo complemento nominal
Ricardo estava consciente de tudo. adjetivo complemento nominal
A professora agiu favoravelmente aos alunos. advérbio complemento nominal
Saiba que:
O complemento nominal representa o recebedor, o paciente, o alvo da declaração expressa por um nome. É regido pelas mesmas preposições do objeto indireto. Difere deste apenas porque, em vez de complementar verbos, complementa nomes ( substantivos, adjetivos) e alguns advérbios em -mente.

Distinção entre Adjunto Adnominal e Complemento Nominal

É comum confundir o adjunto adnominal na forma de locução adjetiva com complemento nominal. Para evitar que isso ocorra, considere o seguinte:
a) Somente os substantivos podem ser acompanhados de adjuntos adnominais; já os complementos nominais podem ligar-se a substantivos, adjetivos e advérbios. Assim, fica claro que o termo ligado por preposição a um adjetivo ou a um advérbio só pode ser complemento nominal. Quando não houver preposição ligando os termos, será um adjunto adnominal.
b) O complemento nominal equivale a um complemento verbal, ou seja, só se relaciona a substantivos cujos significados transitam. Portanto, seu valor é passivo, é sobre ele que recai a ação. O adjunto adnominal tem sempre valor ativo. Observe os exemplos:
Exemplo 1 : Camila tem muito amor à mãe.
A expressão "à mãe" classifica-se como complemento nominal, pois mãe é paciente de amar, recebe a ação de amar.
Exemplo 2 : Vera é um amor de mãe.
A expressão "de mãe" classifica-se como adjunto adnominal, pois mãe é agente de amar, pratica a ação de amar.
Aposto
Aposto é um termo que se junta a outro de valor substantivo ou pronominal para explicá-lo ou especificá-lo melhor. Vem separado dos demais termos da oração por vírgula, dois-pontos ou travessão.
Por Exemplo:
Ontem, Segunda-feira, passei o dia com dor de cabeça.
Segunda-feira é aposto do adjunto adverbial de tempo ontem. Dizemos que o aposto é sintaticamente equivalente ao termo a que se relaciona porque poderia substituí-lo. Veja:
Segunda-feira passei o dia com dor de cabeça.
Obs.: após a eliminação de ontem, o substantivo Segunda-feira assume a função de adjunto adverbial de tempo.
Por Exemplo:
Dona Aida servia o patrão, pai de Marina, menina levada.
Analisando a oração, temos:
pai de Marina = aposto do objeto direto patrão.
menina levada = aposto de Marina.

Classificação do Aposto
De acordo com a relação que estabelece com o termo a que se refere, o aposto pode ser classificado em:
a) Explicativo:
A Ecologia, ciência que investiga as relações dos seres vivos entre si e com o meio em que vivem, adquiriu grande destaque no mundo atual.
b) Enumerativo:
A vida humana se compõe de muitas coisas: amor, trabalho, ação.
c) Resumidor ou Recapitulativo:
Vida digna, cidadania plena, igualdade de oportunidades, tudo isso está na base de um país melhor.
d) Comparativo:
Seus olhos, indagadores holofotes, fixaram-se por muito tempo na baía anoitecida.
e) Distributivo:
Drummond e Guimarães Rosa são dois grandes escritores, aquele na poesia e este na prosa.
f) Aposto de Oração:
Ela correu durante uma hora, sinal de preparo físico.
Além desses, há o aposto especificativo, que difere dos demais por não ser marcado por sinais de pontuação (vírgula ou dois-pontos). O aposto especificativo individualiza um substantivo de sentido genérico, prendendo-se a ele diretamente ou por meio de uma preposição, sem que haja pausa na entonação da frase:
Por Exemplo:
O poeta Manuel Bandeira criou obra de expressão simples e temática profunda. A rua Augusta está muito longe do rio São Francisco.
Atenção:
Para não confundir o aposto de especificação com adjunto adnominal, observe a seguinte frase:
A obra de Camões é símbolo da cultura portuguesa.
Nessa oração, o termo em destaque tem a função de adjetivo: a obra camoniana. É, portanto, um adjunto adnominal.

Observações:
1) Os apostos, em geral, detacam-se por pausas, indicadas na escrita, por vírgulas, dois pontos ou travessões. Não havendo pausa, não haverá vírgulas.
Por Exemplo:
Acabo de ler o romance A moreninha.
2) Às vezes, o aposto pode vir precedido de expressões explicativas do tipo: a saber, isto é, por exemplo, etc.
Por Exemplo:
Alguns alunos, a saber, Marcos, Rafael e Bianca não entraram na sala de aula após o recreio.
3) O aposto pode aparecer antes do termo a que se refere.
Por Exemplo:
Código universal, a música não tem fronteiras.
4) O aposto que se refere ao objeto indireto, complemento nominal ou adjunto adverbial pode aparecer precedido de preposição.
Por Exemplo:
Estava deslumbrada com tudo: com a aprovação, com o ingresso na universidade, com as felicitações
Vocativo
Vocativo é um termo que não possui relação sintática com outro termo da oração. Não pertence, portanto, nem ao sujeito nem ao predicado. É o termo que serve para chamar, invocar ou interpelar um ouvinte real ou hipotético. Por seu caráter, geralmente se relaciona à segunda pessoa do discurso. Veja os exemplos:
Não fale tão alto, Rita! Senhor presidente, queremos nossos direitos! A vida, minha amada, é feita de escolhas.
Nessas orações, os termos destacados são vocativos: indicam e nomeiam o interlocutor a que se está dirigindo a palavra.
Obs.: o vocativo pode vir antecedido por interjeições de apelo, tais como ó, olá, eh!, etc.
Por Exemplo:
Ó Cristo, iluminai-me em minhas decisões.Olá professora, a senhora está muito elegante hoje!Eh! Gente, temos que estudar mais.

Distinção entre Vocativo e Aposto
- O vocativo não mantém relação sintática com outro termo da oração.
Por Exemplo:
Crianças, vamos entrar. Vocativo
- O aposto mantém relação sintática com outro termo da oração.
Por Exemplo:
A vida de Moisés, grande profeta, foi filmada. Sujeito Aposto


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Orações Subordinadas Substantivas

ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

Período Composto por Subordinação: ocorre quando é constituído de um conjunto de pelo menos duas orações, em que uma delas (Subordinada) depende sintaticamente da outra (Principal).

Ex.: Só depois disso percebi que as palavras dele eram profundas.

1) ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS
A oração subordinada substantiva tem valor de substantivo e vem introduzida, geralmente, por conjunção integrante (que, se).
Por Exemplo:
Suponho que você foi à biblioteca hoje.

Você sabe se o presidente já chegou?

OBS.: que e se são conjunções integrantes que ligam a oração subordinada substantiva a sua oração principal.
Os pronomes interrogativos (que, quem, qual) também introduzem as orações subordinadas substantivas, bem como os advérbios interrogativos (por que, quando, onde, como). Veja os exemplos:
Ex.: O garoto perguntou qual era o telefone da moça.
Não sabemos quando a vizinha se mudou.
Classificação das Orações Subordinadas Substantivas
De acordo com a função que exerce no período, a oração subordinada substantiva pode ser:

a) Subjetiva
É subjetiva quando exerce a função sintática de sujeito do verbo da oração principal. Observe:
É fundamental o seu comparecimento à reunião.
É fundamental que você compareça à reunião.
Atenção: Observe que a oração subordinada substantiva pode ser substituída pelo pronome " isso". Assim, temos um período simples:
É fundamental isso ou Isso é fundamental.
Sujeito
Dessa forma, a oração correspondente a "isso" exercerá a função de sujeito.
Veja algumas estruturas típicas que ocorrem na oração principal:
1- Verbos de ligação + predicativo, em construções do tipo:
É bom - É útil - É conveniente - É certo - Parece certo - É claro - Está evidente - Está comprovado
Por Exemplo:
É bom que você compareça à minha festa.

2- Expressões na voz passiva, como:
Sabe-se - Soube-se - Conta-se - Diz-se - Comenta-se - É sabido - Foi anunciado - Ficou provado
Por Exemplo:
Sabe-se que Aline não gosta de Pedro.
3- Verbos como:
convir - cumprir - constar - admirar - importar - ocorrer - acontecer
Por Exemplo:
Convém que não se atrase na entrevista.
Obs.: quando a oração subordinada substantiva é subjetiva, o verbo da oração principal está sempre na 3ª. pessoa do singular.

b) Objetiva Direta
A oração subordinada substantiva objetiva direta exerce função de objeto direto do verbo da oração principal.
Por Exemplo:
Todos querem sua aprovação no vestibular.
Todos querem que você seja aprovado. (Todos querem isso)

As orações subordinadas substantivas objetivas diretas desenvolvidas são iniciadas por:
1- Conjunções integrantes "que" (às vezes elíptica) e "se":
Por Exemplo:
A professora verificou se todos alunos estavam presentes.
2- Pronomes indefinidos que, quem, qual, quanto (às vezes regidos de preposição), nas interrogações indiretas:
Por Exemplo:
O pessoal queria saber quem era o dono do carro importado.
3- Advérbios como, quando, onde, por que, quão (às vezes regidos de preposição), nas interrogações indiretas:
Por Exemplo:
Eu não sei por que ela fez isso.

c) Objetiva Indireta
A oração subordinada substantiva objetiva indireta atua como objeto indireto do verbo da oração principal. Vem precedida de preposição.
Por Exemplo:
Meu pai insiste em meu estudo. Meu pai insiste em que eu estude. (Meu pai insiste nisso)
Obs.: em alguns casos, a preposição pode estar elíptica na oração.
Por Exemplo:
Marta não gosta (de) que a chamem de senhora. Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta

d) Completiva Nominal
A oração subordinada substantiva completiva nominal completa um nome que pertence à oração principal e também vem marcada por preposição.
Por Exemplo:
Sentimos orgulho de seu comportamento . (Complemento Nominal) Sentimos orgulho de que você se comportou. (Sentimos orgulho disso.) Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal.
Lembre-se:
Observe que as orações subordinadas substantivas objetivas indiretas integram o sentido de um verbo, enquanto que orações subordinadas substantivas completivas nominais integram o sentido de um nome. Para distinguir uma da outra, é necessário levar em conta o termo complementado. Essa é, aliás, a diferença entre o objeto indireto e o complemento nominal: o primeiro complementa um verbo, o segundo, um nome.

e) Predicativa
A oração subordinada substantiva predicativa exerce papel de predicativo do sujeito do verbo da oração principal e vem sempre depois do verbo ser.
Por Exemplo:
Nosso desejo era sua desistência. Predicativo do Sujeito Nosso desejo era que ele desistisse. (Nosso desejo era isso.) Oração Subordinada Substantiva Predicativa
Obs.: em certos casos, usa-se a preposição expletiva "de" para realce. Veja o exemplo:
A impressão é de que não fui bem na prova.


f) Apositiva

A oração subordinada substantiva apositiva exerce função de aposto de algum termo da oração principal.
Por Exemplo:
Fernanda tinha um grande sonho: a chegada do dia de seu casamento. Aposto(Fernanda tinha um grande sonho: isso.)Fernanda tinha um grande sonho: que o dia do seu casamento chegasse. Oração Subordinada Substantiva Apositiva

ORAÇÕES REDUZIDAS

Três tipos: INFINITIVO, GERÚNDIO E PARTICÍPIO



· NAS SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS SÓ OCORRE REDUZIDA DE INFINITIVO:

a) Subjetivas: Não é conveniente comprar todos estes materiais.
b) Objetivas Diretas: Quanto ao José, dizem ter viajado para a Europa.
c) Objetivas Indiretas: O sucesso da tua carreira depende de teres dedicação.
d) Predicativas: A única alternativa é estudarmos no exterior.
e) Completivas Nominais: Jorge tinha grande necessidade de passar no concurso.
f) Apositivas: Diante deste vexame, só nos resta uma saída: ficarmos calados.

Orações Especiais
Com os verbos deixar, mandar, fazer (chamados auxiliares causativos) e ver, sentir, ouvir, perceber (chamados auxiliares sensitivos) ocorre um tipo interessante de oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo. Observe:
Deixe-me repousar.
Mandei-os sair.
Ouvi-o gritar.
Nesses casos, as orações destacadas são todas objetivas diretas reduzidas de infinitivo. E, o que é mais interesante, os pronomes oblíquos atuam todos como sujeitos dos infinitivos verbais. Essa é a única situação da língua portuguesa em que um pronome oblíquo pode atuar como sujeito. Para perceber melhor o que ocorre, convém transformar as orações reduzidas em orações desenvolvidas:
Deixe que eu repouse.
Mandei que eles saíssem.
Ouvi que ele gritava.
Nas orações desenvolvidas, os pronomes oblíquos foram substituídos pelas formas retas correspondentes. É fácil compreender agora que se trata, efetivamente, dos sujeitos das formas verbais das orações subordinadas .

Professora: Malu

Sintaxe Orações Coordenadas - 9º Ano


As listas a seguir abordam de maneira mais detalhada alguns dos assuntos trabalhados em Língua Portuguesa nessa II unidade, no 9º ano (8ª série). Dentre eles estão ORAÇÕES COORDENADAS, ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS e O TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO: FORMAS DE DESENVOLVIMENTO DE SUAS PARTES . O objetivo de colocá-las no blog é para que os alunos tenham um subsídio a mais para estudar e, assim, complementar tudo o que foi abordado em sala de aula. À medida que os assuntos forem trabalhados, postarei o que achar pertinente.
Então, pessoal, bom estudo!
Pró - Malu

Sintaxe : Período Composto

Oração: é um enunciado com sentido completo e que possui um verbo ou uma locução verbal.
Período: é a frase constituída de uma ou mais orações, formando um todo, com sentido completo. O período pode ser simples ou composto.
Simples: Ex.: Quero um sorvete de abacaxi. (oração absoluta)
Composto: Ex.: Dancei pagode a noite toda para esquecer do falecido.

Período Composto por Coordenação
Quando o período composto é formado de duas orações independentes , dizemos que se rata de período composto por coordenação.
Ex.:- Não tenho dinheiro aplicado , nem compro dólares.
( 1ª oração ) ( 2ª oração )

Quando as orações do período composto por coordenação seguem-se umas às outras separadas apenas por sinais de pontuação ( vírgula , dois-pontos ou travessão ) , elas são
chamadas orações coordenadas assindéticas.
Ex.:- O homem desceu, olhou a moça, beijou-a fervorosamente.
Quando , no período composto por coordenação , as orações são ligadas por meio de conjunção , elas são chamadas orações coordenadas sindéticas.
Ex.:- O garoto pulou o muro e saiu correndo.
( 1ª oração assindética ) ( conjunção ) ( 2ª oração sindética)

Dependendo das conjunções que ligam as orações coordenadas sindéticas , elas se classificam em: OS ALUNOS DARÃO EXEMPLOS.
1)- ADITIVA quando juntam , somam termos ou orações.
Conjunções :- e , nem , mas também , mas ainda , bem como , como também.
Ex.: Saí ontem com meus amigos e voltamos de madrugada.
2)- ADVERSATIVA - quando exprimem uma ressalva , contraste , oposição.
Conjunções :- mas , porém , contudo , todavia , entretanto , ao passo que , senão, no entanto , não
obstante.
3)- ALTERNATIVA - quando indicar alternância , opção entre duas coisas.
Conjunções :- ou , ou . . . ou , já . . . já , quer . . . quer , ora . . . ora, seja . . . seja.
4)- CONCLUSIVA- quando introduzem uma conclusão , uma dedução lógica.
Conjunções :- logo , pois , portanto , por isso , assim , por conseguinte , então.
5)- EXPLICATIVA- quando iniciam uma oração que explica o sentido da oração anterior.
Conjunções :- que , pois , porque , porquanto , visto que .

Nota Importante :- Para você diferenciar ( pois ) como conjunção conclusiva e explicativa :
Pois { antes do verbo e dá para trocar por porque = explicativa }
Ex.:- Estude , pois o vestibular está perto.
Pois { depois do verbo = conclusiva }
Ex.:- Estudou bastante; deve , pois passar no vestibular.
Observações Complementares :
Veja um exemplo, a conjunção ( e ) aparece normalmente como uma progressão de significados que adiciona , acrescentando algo novo.
Ex. :- Este trator serve para arar a terra e para fazer colheitas.
Se não acrescentar nada , constitui para a repetição desnecessária , deve ser evitada.
Ex.:- Tudo permanece imóvel e fica sem se alterar. ( errado ) - Porque o “ e” não adiciona nenhuma informação nova.
Essa conjunção ( e ) , por exemplo , pode ter valor de adversidade no contexto .
Ex.: Deitei-me , e não pude adormecer. - pode ser substituído naturalmente pela conjunção mas .

terça-feira, 20 de abril de 2010

Páscoa

Alunos da Educação Infantil comemoram a Páscoa.

Programa de Prevenção contra acidentes

Os alunos do 5º e 6º Ano do Ensino Fundamental participaram do Programa de Prevenção contra acidentes no Hospital Sarah juntamente com as professoras Emilene , Jocélia Cristina e Vera Lúcia.

Visita ao Museu da Embasa

Alunos do Ensino Fundamental I visitam o Museu Geológico da Embasa. Durante a visita os estudantes questionaram e conheceram um pouco sobre a história dos objetos expostos no Museu.




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Festa de Carnaval da EAPP

Muita diversão e alegria durante oo Baile de Carnaval da EAPP. Alunos, professores e funcionários divertiram-se ao som de marchinhas relembrando os carnavais antigos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Início Ano letivo

As aulas começaram no dia 03 de fevereiro. Estávamos na maior expectativa. Foi um momento muito especial para todos nós .


Reunião Pedagógica

No dia 01/02 Direção , Coordenação e Professores da EAPP participaram da primeira Reunião pedagógica , a fim de discutirem o calendário, projetos e outras programações para o ano letivo de 2010.
Professora Maricélia, diretora da EAPP.
Professores: Hélio, Daiane, Nilma e Eliana.

Marília, Lorena, Jocélia, Lívia, Jucialina e Marcos.


Todos atentos às explicações da diretora , Pró Maricélia.




Emilene, Dilma, Daiane, Josemery e Dilair.


Grupo do Fundamental I.






quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Confraternização 2009

Professores, funcionários e convidados divertiram-se durante a confraternização da EAPP no dia 11 de dezembro.